Sunday Notes #111 - Carta aos assinantes

Olivia Alonso Publicado em 23/02/2020
1 min
Nesta carta aos assinantes da Inversa, falo sobre a verdadeira independência no mercado de publicações de investimentos, sobre nossas campanhas de vendas de assinaturas e sobre nosso acordo recente com a CVM

Sunday Notes

Caro leitor,
  
Nesta semana soltamos uma campanha divulgando a nossa série Smart Trades com a seguinte campanha de marketing:
  
+791% do CDI até o fim do ano ou R$ 1.000 em créditos na Inversa.
  
Nesse caso, estamos oferecendo uma assinatura anual, em que os participantes recebem semanalmente sugestões de ações. E o resultado dessa publicação tem sido espetacular.
  
Mas hoje não quero sugerir que você assine. Em vez de fazer isso, quero contar como isso funciona, do lado de cá. 
  

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Antes de “subir uma campanha”, como dizemos aqui em nossas reuniões de marketing, avaliamos os últimos relatórios da série que será oferecida, pegamos os retornos recentes das indicações de investimentos e conversamos longamente com o analista responsável. No exemplo que citei, é o André Barros, também conhecido no Twitter como Money Maker.
  
Fazemos essas conversas quantas vezes forem necessárias... Discutimos o mercado, as probabilidades, os mais diversos cenários da economia. Quando percebemos que estamos diante de uma boa oportunidade de investimentos, revisamos a tese e preparamos os conteúdos para os assinantes. E, então, entramos em uma nova etapa: de pensar em uma forma de atrair mais pessoas para essa oportunidade.
  
Passamos horas, dias e, às vezes, semanas, discutindo a melhor forma de fazer com que as pessoas cheguem até a nossa campanha. Queremos que ela assine a série e ganhe, de fato, bastante retorno com as indicações.
  
Para isso, gravamos vídeos, criamos novas páginas com frases de impacto e mostramos os benefícios da decisão de assinar. A partir daí, o nosso desafio passa a ser dar uma experiência espetacular para o assinante, para que ele coloque TUDO em prática. Quem não coloca em prática não ganha. Quem não ganha tende a não continuar animado com o mercado financeiro. E tende a não continuar com sua assinatura.
  

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Dá para traçar paralelos inclusive entre nosso papel e o de uma academia de ginástica. As pessoas querem ganhar dinheiro assim como querem emagrecer, ficar mais fortes e saudáveis. E as pessoas tendem a fazer resoluções de fim de ano para essas duas áreas de suas vidas. Mas grande parte faz matrícula e não frequenta, o que gera uma experiência ruim, que desmotiva a pessoa a voltar. Fica na cabeça a ideia do “paguei e não fui”.
  
Então queremos que as pessoas realmente usem as séries que assinam. E que ganhem dinheiro com elas. Para isso, temos uma grande equipe de apoio, fazemos conteúdos complementares, guias, vídeos, respondemos dúvidas por Telegram, e-mail, vídeochat. Enfim, tudo o que puder ajudar o investidor.
  

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Hoje, aqui na Inversa, temos cerca de 50 funcionários. Analisamos o mercado e pensamos, diariamente, como atrair pessoas para bons investimentos.
  
Ficamos horas e horas em treinamentos, braistormings e fazemos centenas de testes para encontrar a melhor forma de convencer os brasileiros a fazerem algo melhor para as suas vidas financeiras.
  
E, então, chegamos aos +791% do CDI até o fim do ano (ou R$ 1.000 em créditos na Inversa).
  
E algumas pessoas nos criticam por isso. Então eu pergunto a essas pessoas: o que vocês fariam para convencer uma pessoa que tem seu dinheiro em fundos de investimentos péssimos (ou vive caindo em furadas, pirâmides, COEs, debêntures ruins) para que passe a formar uma carteira verdadeiramente boa?
  
Vejo milhares de pessoas investindo em ações indicadas por casas de análise que se dizem independentes, mas não são, ou por instituições financeiras e corretoras, ou sites detidos por essas instituições, como Infomoney (que é da XP), ou Exame (do BTG).
  
Enquanto isso, estamos aqui estudando o mercado e buscando o melhor retorno possível para o assinante, de forma independente. O que é isso? É não ter conflitos, não dar indicações enviesadas, não agir conforme interesses de terceiros.
  
Somos uma das únicas publicadoras do país sem relação com instituições que têm outros interesses. Você percebe o valor disso?
  
Trabalhando dessa forma, conseguimos encontrar ativos com excelentes potenciais de retorno para nossos assinantes.
  
Você percebe como é difícil trazer as pessoas um caminho melhor para suas vidas financeiras, quando trabalhamos em um mercado com tanta gente cheia de conflitos e interesses maiores?
  
É claro que também buscamos lucros na Inversa, caso contrário, a nossa empresa não seria sustentável. Mas nosso lucro vem das assinaturas, não de levar assinantes para investimentos que são melhores para terceiros.
  
Voltando à campanha que mencionei de exemplo... Antes de divulgarmos o convite para a assinatura, realmente estávamos muito convictos de que poderemos bater o CDI em mais de 700% ao ano. E ainda estamos. Assim como aconteceu em nossas campanhas anteriores.
  
Quem entrou sabe como é. Já buscamos retorno de 100% em 30 dias, entregamos em metade do tempo. Já assumimos um desafio de dobrar o dinheiro dos investidores “até o fim do ano”, com apenas 2 meses de prazo, e chegamos quase lá.
  
Ué, mas isso não é pouco? 
  
É comum também vermos esse tipo de objeção. Muitas corretoras, bancos e agentes de mercado confundem os investidores na hora de falar sobre os retornos. Abusam do desconhecimento de muitas pessoas para fazer comparações distorcidas. Com isso, muitos acabam investindo em algo que dá 120% do CDI, por exemplo, em vez de algo que rende 70% em um ano (como foi o caso de nossa carteira de Small Caps no ano passado).
  
Por isso muitas vezes somos um pouco repetitivos ao anunciar nossos retornos. E também ao fazer as comparações. Queremos ensinar as pessoas a calcular os retornos reais, líquidos, de seus investimentos.
  
Portanto, quando há uma interpretação errada de alguma de nossas campanhas, ficamos todos incomodados por aqui. Defendo a liberdade de expressão e entendo que sempre alguém vai se manifestar contrário a uma ideia. Mas, estando eu na posição de CEO e Publisher da Inversa, imagino que você possa entender por que eu digo que o alvo dos críticos está errado quando alguém diz que exageramos em alguma de nossas comunicações. 
  
Exagero, na minha visão, é um banco que usa celebridades para fazer milhões de pessoas acharem que um crédito pessoal com juros exorbitantes é algo bom. Exagero, pra mim, é uma empresa não independente dizer que seu primeiro objetivo é ajudar o investidor.
  
Não vejo ninguém mais fazendo o que fazemos da mesma forma, com o propósito de ajudar o investidor pessoa física a conseguir melhores retornos. Estamos, de fato, trazendo mais e mais gente para boas aplicações. E estamos, com isso, ajudando a criar uma cultura de investimentos em nosso país, tão carente de educação financeira.
  
Quem mais faz isso, hoje, com independência? Quem deveria fazer?
  
Depois de atuarmos não regulados pela CVM por um tempo, assinamos recentemente um acordo e estamos nos submetendo ao regulador do mercado. Todos os nossos especialistas são profissionais mais do que capacitados para escrever suas ideias de investimentos...
  
Ivan Sant’Anna, que está conosco desde o início da Inversa, por exemplo, nos conta que foi um dos criadores da Apimec, há cerca de 6 décadas. Foi um dos primeiros a operar diversos mercados no Brasil, ainda nas décadas de 1960 e 70. Marink Martins é considerado o professor dos professores de opções. Leonardo Pontes, já com o título de CFA (uma das mais difíceis certificações internacionais), tem 20 anos de experiência. Não temos nenhum problema em seguir as regras da CVM.
  
Não fizemos isso antes por entendemos que nosso negócio é de natureza editorial, com publicação de conteúdo comercializado via assinaturas. Assim como jornais vendem assinaturas e fazem as suas análises de investimentos, também direcionando os leitores a tomarem decisões com seus investimentos. E não somos uma instituição financeira por onde passa o dinheiro que as pessoas estão investindo.
  
Hoje, entendemos que também faz sentido seguirmos com o regulador em nosso conteúdo de sugestão de investimentos e em nossas comunicações.
  
E percebo que o mercado financeiro brasileiro, hoje, entende a importância de nosso papel como disseminadores da educação financeira no Brasil (e as próprias corretoras de valores gostam de receber clientes que abrem suas contas porque estão indo para a Bolsa de Valores incentivadas pela Inversa).
  
Com o acordo com a CVM, nos comprometemos a adotar uma linguagem mais moderada em nossas comunicações. Isso vai, sim, reduzir o impacto que causaremos em muitas pessoas. E, talvez, isso faça com que muita gente deixe de vir com a gente (e continue caindo em furadas). Mas isso também vai reduzir as críticas, vai impedir que a imprensa critique nossa atuação (e também da Empiricus, que não é "dona" da inversa, mas sim um empresa irmã, já que temos sócios em comum) sem discutir nosso propósito, a educação financeira e sem profundo conhecimento de causa.
  
Espero que os atuais leitores e assinantes também sejam disseminadores. 
  
E que também ajudem a levar as indicações independentes de investimentos para mais gente. 
  
É isso que peço a você hoje.

E, para você que leu até aqui minha sincera "carta ao assinante", deixo aqui um link gratuito para acessar a Inversa inteira por 3 dias para conhecer a profundidade e o valor do que estamos fazendo pela cultura de investimentos no Brasil.
  
Não vamos te cobrar nada no final, então aproveite seus 3 dias como Inversa Black. 

E como estamos trabalhando mais do que nunca e encontrando diversas excelentes oportunidades, finalizo a newsletter com convites para o Top 5 de hoje:
  
1) Vídeo da Helena Margarido sobre o Halving de 2020 e a chance de conseguir 500% de retorno em poucos meses (com acesso ao Desafio do 1.000%)
2) Minissérie do Felipe Paletta sobre o investimento em fundos imobiliários.
3) Novo livro com o legado do brilhante Ivan Sant’Anna, lançando com exclusividade aqui na Inversa.
4) Caso tenha ficado curioso, aqui está o link da campanha +791% do CDI até o fim do ano ou R$ 1.000 em créditos na Inversa.
5) Ainda não entrou na Bolsa? Veja as 3 ações sugeridas neste momento pelo Money Maker.

Um grande abraço e um ótimo Carnaval,

Olivia

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