Seja bem-vindo!

Faça o login com sua conta e aproveite seus conteúdos exclusivos.

Entrar agora

Ainda não é cadastrado?

Crie sua conta

Aviso: essa oportunidade de lucrar contém glúten

Equipe Inversa e Antonyo Giannini Publicado em 30/06/2021
2 min
Ações da M. Dias Branco têm potencial para valorizar 76%.

Relatório Inversa

Por João Gabriel Abdouni 

Contribuiu para esta edição: Antonyo Giannini, CNPI

 

 

De maio para cá, as ações da M. Dias Branco já subiram 25%. E, pelas nossas projeções, devem ter uma nova alta de pelo menos 76%.

Qual é a mágica? A mágica é que não há mágica.

Primeiro, vamos entender o que é a empresa.

A M. Dias Branco é líder nacional na fabricação de massas e biscoitos. É dona da Piraquê e Adria.

Desde 2018, a empresa teve uma redução nas margens. Motivo 1: o aumento dos custos de matérias-primas como trigo, açúcar e óleo de palma. Motivo 2: desvalorização do real frente ao dólar.

Agora a história é outra.

Desde o segundo trimestre deste ano, o dólar caiu de R$ 5,80 para os atuais R$ 4,93. O preço do trigo, por sua vez, também vem caindo.

 

 

Soma-se a isso o fato de a empresa ser eficiente na gestão de custos. Tanto que, mesmo enfrentando cenários desfavoráveis, ela não apresentou nenhum prejuízo trimestral nos últimos 10 anos.

Se a pressão com a alta dos custos ceder, os resultados vão melhorar no próximo trimestre. Isso até já foi sinalizado pela área de relação com investidores da companhia.

Desta forma, a margem bruta (diferença entre receita e custo) que hoje é de 30% pode atingir o patamar histórico de 41%.

E o lucro acumulado em 12 meses saltaria dos atuais R$ 642 milhões para R$ 2,5 bilhões. 

Algo parecido aconteceu entre 2013 e 2016, quando as ações da empresa foram corrigidas em 45%. Logo depois disso, os papeis subiram 200%, entre fevereiro de 2016 a março de 2018.

Há um detalhe: a empresa tem benefícios fiscais que podem acabar. 

 

 

Para o acionista

 

Com este cenário, nós, analistas da Inversa, acreditamos que a M. Dias Branco está melhorando operacionalmente. Portanto, começa agora o início do movimento de alta de suas ações.

O acionista que optar por comprar os papeis da empresa terá em sua carteira uma companhia sólida, com baixo nível de endividamento e que consegue ser rentável mesmo nos momentos mais difíceis do ciclo econômico.

 

A Inversa é uma Casa de Análise regulada pela CVM e credenciada pela APIMEC. Produzimos e publicamos conteúdo direcionado à análise de valores mobiliários, finanças e economia.
 
Adotamos regras, diretrizes e procedimentos estabelecidos pela Comissão de Valores Mobiliários em sua Resolução nº 20/2021 e Políticas Internas implantadas para assegurar a qualidade do que entregamos.
 
Nossos analistas realizam suas atividades com independência, comprometidos com a busca por informações idôneas e fidedignas, e cada relatório reflete exclusivamente a opinião pessoal do signatário.
 
O conteúdo produzido pela Inversa não oferece garantia de resultado futuro ou isenção de risco.
 
O material que produzimos é protegido pela Lei de Direitos Autorais para uso exclusivo de seu destinatário. Vedada sua reprodução ou distribuição, no todo ou em parte, sem prévia e expressa autorização da Inversa.
 
Analista de Valores Mobiliários responsável (Resolução CVM n.º 20/2021): Nícolas Merola - CNPI Nº: EM-2240

Conteúdo protegido contra cópia