Ouro e o resto

Valter Outeiro Publicado em 22/04/2020
2 min
Relação entre metal e circulação de dinheiro sofre alteração sem precedentes: veja como nossos especialistas podem te ajudar a ter o investimento mais seguro do mundo.

“Ouro é dinheiro. Todo o resto é crédito”.

A afirmação de John Pierpont Morgan, fundador de um dos maiores bancos do mundo, resume a você como o metal precioso se relaciona com a economia.

O ouro serve como referência ao valor do dinheiro, como você sabe. Para salvar a economia, bancos centrais de todo o mundo imprimiram (muita) moeda.

Desta forma, criou-se um descompasso entre a quantidade existente de ouro e de dólares, euros e ienes. O raciocínio desta desconexão é destrinchado a você por Ivan Sant’Anna aqui.

Nos últimos cinco anos, o ouro tem valorização de 256%. Neste 2020, alta de 12,4%. O metal pode subir mais 15% em um ano pelas estimativas de um dos maiores bancos dos EUA.

Nossos especialistas da série Fundos Expert compartilham com você, passo a passo, como ter uma boa parte de seu patrimônio no investimento mais seguro do mundo.

Aqui na Inversa, nossa especialista em criptomoedas Helena Margarido projeta três fases da crise do coronavírus: a de saúde, a econômica e a de confiança.

Atualmente, vivemos a crise econômica. Empresas fechadas, faturamentos perto de zero, alta no desemprego, menor crescimento, e por aí vai.

A terceira onda, de confiança, você pode ver aqui. Pode ser a hora de você, talvez cético também, avaliar possuir em sua carteira um pouco de investimentos alternativos.  

Vou me despedindo com um ditado turco:

“Se falar é prata, ouvir é ouro”.

Um grande abraço,

Valter





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