Independência, dívidas e ouro

Valter Outeiro Publicado em 04/05/2020
2 min
Aniversário de três anos da Inversa reforça compromisso de liberdade com você nesta jornada como investidor, entre dívidas perenes e ativos eternos.

“A grande revolução na história dos homens, no passado, presente e futuro, é a revolução dos que são determinados a serem livres”.

A afirmação de John Fitzgerald Kennedy serve como mantra para a liberdade, único tema indiscutível aqui dentro da Inversa.

As diversas linhas de pensamento em nossos três anos de existência nos tornam únicos na indústria financeira e em seus entremeios obscuros.

Não temos conflito de interesses, tampouco ganhamos com comissões sobre indicações de qualquer natureza: você e sua jornada como investidor é nosso único propósito. Falando em presente, você pode retirar o seu aqui.

Voltando aos EUA de Kennedy, estudo de um dos maiores bancos do mundo aponta: o auxílio do Fed nesta crise – de aproximadamente US$ 7,8 trilhões – é mais do que o dobro em relação a todas as ajudas providas desde 2008.

A questão do risco moral da assistência ser para toda sociedade ao invés de alguns bancos e instituições, ajuda. No entanto, diante da mesma resolução de sempre, dívida sendo paga com nova dívida, como agir?

Se o devedor é a maior economia do mundo, fica um pouco mais simples. Você pode ver este brilhante raciocínio no Warm Up de hoje, em que Ivan Sant’Anna mostra como certas empresas são perenes (e perpétuas).

Assim como as “muito grandes para quebrar”, o ouro aparece cada vez mais como a riqueza da eternidade. Você pode ver como investir no ativo mais seguro do mundo aqui.

Vou me despedindo com mais uma frase de Kennedy:

“Se não nós, quem? Se não agora, quando?”.

Pegue agora seu presente de aniversário.

Abraços,

Valter

 

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