Bate-papo com o nosso especialista em ações Money Maker

Katia Kazedani Publicado em 17/12/2019
8 min
Fazer uma gestão ativa da carteira é uma das estratégias do Money Maker para superar o Ibovespa...e ele ainda me ensinou mais técnicas para aumentar a rentabilidade

Olá, caro leitor!
Como vai?

Aqui na Inversa temos especialistas em ações de diferentes perfis e com trajetórias totalmente diferentes.

É o caso do Money Maker.

Ele era um executivo de sucesso na Nestlé e investia porque gostava. Os seus resultados eram compartilhados em um blog, o Money Maker.

Os resultados surpreendentes trouxeram o Money Maker para fazer parte do time de especialistas da Inversa.

As suas séries, Money Maker em Ação e Smart Trades, são umas das mais assinadas da Inversa.

Com rendimentos acima do Ibovespa, fui conversar com o Money Maker para conhecer melhor suas estratégias e seu perfil de investidor.

Espero que goste desse bate-papo!

 

Money Maker: gestão ativa é o seu lema

Responsável pelas séries Money Maker em Ação e Smart Trades, Money Maker tem batido o Ibovespa há muito tempo. 

Tanto é que decidiu sair de seu emprego estável para ter mais tempo para sua família e para ensinar as pessoas a investir. 

Para quem gosta ações, sejam elas blue chips ou small caps, vai se identificar com Money Maker. 

A estratégia dele é fazer a gestão ativa da carteira para aumentar a rentabilidade. 

E para conhecer melhor o nosso especialista em ações e saber suas estratégias para lucrar muito no longo prazo, leia o bate-papo que tive com o Money Maker. 

Quantas sugestões você fez?
As sugestões são semanais. Para quem começou a acompanhar a série, sugiro 3 ações para o leitor começar a montar a sua seleção.

Já para os leitores que estão comigo há mais tempo, sugiro entre duas ou três outras ações que são do momento. A diferença é porque esses investidores estão com sua carteira composta.

As sugestões de momento podem ser compra, venda ou ambas. Não necessariamente sempre teremos sugestões de compras e vendas (depende de termos oportunidades com boa margem de segurança e/ou bons ganhos para realizar, no caso das vendas).

Em alguns momentos, podemos nos colocar na "espera", caso o mercado não ofereça boas oportunidades dentro da nossa estratégia.

Nem sempre o mercado chega nos preços e somos pacientes para aguardar o melhor momento. Saber esperar também é importante.

Assim, no Money Maker em Ação foram 243 sugestões "para começar agora" e um número próximo para as sugestões de momento, já que estamos na edição #81.

Já na série Smart Trades foram 195 sugestões "para começar agora" e um pouco menos para as sugestões de momento. Cerca de 40% das sugestões alcançam seus preços.

Importante: não quer dizer que o investidor irá fazer esse número de operações. Uma vez comprado não faz sentido entrar na mesma posição novamente. É muito comum repetirmos a sugestão, ajustando o preço, ao longo das semanas, em especial quando o mercado não chega em nosso preço sugerido e/ou a ação segue atrativa.

 

O que diferenciou a sua estratégia das demais neste ano?
Em geral, o que diferencia a estratégia Money Maker é a capacidade de entregar bons resultados com uma boa gestão de risco. O investidor consegue capturar boa parte dos ganhos da Bolsa.

Os leitores que acompanham a série conseguem até superar a Bolsa e ainda com menor volatilidade.

Para ter uma ideia, a média de caixa ao longo do ano ficou em 38% com ganhos que superam 21% (ou 30,7% olhando apenas as ações) no acumulado janeiro-novembro.

 

Quantas sugestões você acertou?
Olhando as operações já fechadas foram 31 no Money Maker em Ação. O índice de acerto foi de 94%, representando um ganho médio de 12% para um prazo médio de 128 dias. Isso é mais do que o dobro da Selic do ano em menos da metade do tempo.

Na série Smart Trades foram 19 operações fechadas, com índice de acerto de 95% e ganho médio de 14,4% em 140 dias.

Outras sugestões seguem em carteira, aguardando o melhor momento para sairmos. Dentre elas, temos tanto ganhos como perdas olhando o fechamento de novembro.

 

Por que você acha que conseguiu acertar tanto?
A estratégia é a chave. A combinação de uma boa seleção de ações e gestão ativa, dois dos três pilares da estratégia, fazem isso ser possível.

A gestão de risco permite termos a paciência de poder esperar. Diversificação, exposição limitada e tempo à nosso favor são os três elementos mais importantes nesse sentido.

 

Quantas sugestões caíram?
Fechamos 3 no prejuízo este ano. Duas no Money Maker em Ação (VALE3 e CIEL3) e uma no Smart Trades (LLIS3). Todas por terem perdido o potencial de valorização e/ou apresentado riscos além dos aceitáveis em relação a performance futura.

 

Como você faz para proteger os assinantes nas quedas?
O pilar de gestão de risco é parte importante. Como falei antes, diversificação, limitação de exposição e ter o tempo a seu favor.

Nesse mesmo pilar temos a gestão do caixa operacional. Não só para minimizar os efeitos das quedas, mas também para permitir que aproveitemos as oportunidades que elas também representam.

Como comentei, em média, estivemos com 38% de caixa, e ainda assim colhemos os bons números de alta da Bolsa.

Desenvolver duas virtudes também é fundamental: disciplina e paciência. Sem elas estamos expostos a sucumbir ao primeiro revés.

Finalmente (ou inicialmente), escolher boas empresas com boa margem de segurança ajuda a sofrer menos nas quedas.

 

Se a pessoa tivesse seguido à risca tudo, quanto ela teria de lucro em relação ao investimento inicial?
O ganho acumulado desde o início foi de 42% no Money Maker em Ação (18 meses - ou 62% se olharmos apenas as ações) e 11% no Smart Trades (15 meses - ou 22% se olharmos somente as ações).

 

Qual foi o maior acerto?
Na Money Maker em Ação tivemos ganhos expressivos em Itaúsa (ITSA4 com 30%), Sabesp (SBSP3 com 54%), Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3 com 33%) e Companhia Energética de Minas Gerais (CMIG4 com 37%). Telefônica (VIVT4) segue na carteira com ganho acumulado de 30%.

Porém, chama atenção os ganhos recorrentes da aplicação da gestão ativa, quando vendemos e recompramos a mesma posição ao longo do tempo. Um exemplo é Engie Brasil (EGIE3), onde começamos de R$ 1.353,07 para sair com R$ 2.487,19 (via gestão ativa, indo de 44 para 52 ações mais alguns juros e dividendos recebidos ao longo do ano).

Na série Smart Trades, os maiores ganhos foram em Enauta (ENAT3 com 28%), Springs Global (SGPS3 com 32%), Trisul (TRIS3 com 48%), SGPS3 de novo (com 55%) e JHSF Participações (JHSF3 com 26%).

Da mesma maneira que no Money Maker em Ação temos um bom exemplo de aplicação da gestão ativa, vendendo e recomprando a mesma posição ao longo do tempo, com SGPS3. Começamos com R$ 981,98 e hoje estamos com R$ 1.650.

Com a gestão ativa, partimos de 136 para 150 ações sem colocar capital adicional.

 

Qual foi o maior erro?
Não ter aproveitado um momento de otimismo para realizar um ganho de mais de 20% com Eletrobras (ELET6). Estatais têm um peso forte das decisões políticas (ou falta delas) e ao esperar demais vi o ganho virar zero. Ainda tem potencial, mas toca esperar o melhor momento.

 

O que você fez de mais valioso para seu assinante no ano?
Claro que os ganhos foram importantes, mas acho que tem um outro lado muito relevante que espero estar contribuindo, que é a formação de melhores investidores.

Ao longo das semanas, uso o canal de comunicação que tenho com eles para não só dar as sugestões de compra e venda, mas também para compartilhar um pouco mais da minha estratégia e experiência.

Tenho confiança de estar contribuindo na jornada desses assinantes que buscam ser melhores investidores.

 

A que perfil de leitor o produto se destina?
Destina-se ao investidor que quer operar diretamente no mercado acionário, mas não abre mão de uma boa gestão de risco. Falo com o investidor comum, que enfrenta os desafios de ter tempo limitado (em geral sua fonte de renda principal é outra) e limitação de conhecimento (não é um expert e sabe de suas limitações para aprofundar-se nos detalhes de cada empresa), mas ainda busca ter a performance de investidores profissionais.

 

Quanto tempo por semana o leitor tem que dedicar?
Bastam 30 minutos semanais. Claro que aos poucos o assinante pode despertar interesse por se aprofundar e com isso dedicar mais tempo, o que é sempre bom, mas não é indispensável.

 

Quanto risco o leitor tem que aceitar?
Entender a volatilidade do mercado acionário. Nas séries que escrevo, busco mitigar esse efeito, mas ele nunca deixará de nos acompanhar.

Procuro mostrar ao assinante como aproveitar-se do lado positivo dessa volatilidade (gestão ativa) enquanto minimiza seus efeitos negativos (gestão de risco).

 

Como é seu contato com os assinantes? Você tem alguma mensagem ou contato que te deixou muito feliz? Qual?
Saber a opinião dos meus leitores é muito importante. Todas as sugestões e críticas que recebo me ajudam cada vez mais a fazer um bom trabalho e estar com esses resultados nas séries Money Maker em Ação e Smart Trades.

 

Você é mais de diversificação ou da concentração do investimento em um único ativo?
Diversificação.

 

Você é contra ou a favor de small caps?
A favor, porém de maneira a complementar à carteira e não como peso principal.

 

Você é um trader mais agressivo ou conservador?
Estou no meio do caminho. Gosto de aproveitar a volatilidade do mercado, mas não abro mão de proteger a minha carteira.

 

Você gosta de fundos ou odeia fundos?
Gosto de fundos. E tenho parcelas em fundos. Ajuda como aprendizado, benchmark e diversificação (diversificação de mim mesmo...)

 

O que você odeia no mercado
Torcida e previsões. Mais ainda quando o ego prevalece sobre a humildade, fazendo com que deixemos de lado as proteções na crença da invulnerabilidade

Espero que tenha gostado do Money Maker. 

Um abraço,
Kátia

 

ACESSE AGORA AS MELHORES SUGESTÕES DO MONEY MAKER  

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