Investigador Financeiro #44 - Você sabe o que é melhor para você?

Andre Zara Publicado em 26/01/2019
4 min
Como viver de renda

 

ATENÇÃO: Antes de ler o texto de hoje em que respondo as suas principais dúvidas de investimento, quero convidar você a assistir ao primeiro episódio da nova minissérie da Inversa, O Acelerador de Ganhos. O editor Gabriel fortes está investigando por que algumas ações se valorizaram 300% em apenas 12 meses. E a solução desse mistério pode interessar muito a você. Veja aqui.

Olá.

Na semana passada, eu iniciei um debate sobre a compra (ou não) da casa própria. Eu gostaria de agradecer às centenas de e-mails que recebi com opiniões sobre o assunto, tanto concordando, como discordando de mim. Se você não leu, veja aqui.  

Leia abaixo alguns comentários que me enviaram:

“Lido com imóvel desde 1976, creio que você nem era nascido, e não tive prejuízos. Ah, tem a baixa liquidez! Para isso existe o famoso colchão de liquidez, que todo investidor consciente, com certeza possui. Lembre-se, aquele que não se preocupa em ter uma moradia para chamar de sua, acabará por ficar na rua.” – Lázaro P.

“Seu posicionamento é super válido, mas apenas para os disciplinados e que costumam se pagar primeiro.” – Herbert C.

“Você está coberto de razões, mas certamente já percebeu como a cultura enganadora da "CASA PRÓPRIA" "MINHA CASA MINHA VIDA" é apresentada como um tapete vermelho para entrega do oscar. Chega a ser cruel uma família pagar um imóvel por trinta anos ou mais, o que quadruplica ou mais esse preço que no fim não alcança o valor esperado.” - Felix R.

Veja, o meu ponto ao provocar esse debate é para dizer que cada um deve seguir o seu próprio caminho no mundo dos investimentos. Por isso, é tão importante conhecer a si próprio e como funcionam as finanças – sempre existem bons investimentos para o seu tipo de perfil (só não vale poupança).


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O que é certo para mim pode não ser certo para você. Não é porque eu não quero ter um imóvel que não acho válido o investimento. E se você é extremamente conservador, por exemplo, e não quer ter ações, não tem problema também.

O importante é você conseguir dormir bem à noite, confortável com as escolhas que fez para seu dinheiro. Lembre-se de que você está no comando e é sua responsabilidade cuidar do seu futuro.  

   
“André, acompanho a Inversa e tenho uma dúvida. Considerando que invisto para conseguir um valor adicional ao meu salário (sou servidor público) e conseguir minha aposentadoria de forma antecipada, qual seria a melhor opção? Ações, FIIs ou tesouro com rendimento semestral? Um Abraço!” - Alan R.

Alan, muito obrigado pela pergunta. Isso vai nos dar a oportunidade de falar de um dos meus assuntos favoritos: como viver de renda investindo.

Para quem não sabe, isso é perfeitamente possível, pois alguns ativos financeiros pagam rendimentos periódicos.

Temos ações, Fundos Imobiliários (FIIs) e títulos do Tesouro Direto, como o Alan comentou. Mas existem outros mais, como debêntures e CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Ou seja, há um universo de ativos que podem nos ajudar a gerar uma renda complementar.

Agora, respondendo diretamente à sua questão, Alan: como eu sempre faço nos meus investimentos, eu diversificaria. Separar o dinheiro vai ajudar você a correr menos riscos.

Digamos que, por exemplo, a Bolsa sofra um choque, você terá outros ativos atrelados a diferentes indicadores, como imóveis ou o CDI. Por isso, uma carteira focada em renda, como qualquer outra carteira, deve pensar em uma alocação completa e balanceada.

Para o seu caso, a minha melhor sugestão é que você conheça a série Income Builder, aqui da Inversa. Ela é focada exclusivamente na geração de renda e nosso especialista está sempre à caça dos melhores ativos para os leitores. Confira aqui a carteira da série.

Um abraço,

André Zara

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