Como montar uma carteira de investimentos

Felipe Paletta Publicado em 09/08/2019
12 min
Veja o que são ações, fundos de investimento, renda fixa e quanto ter de cada um em sua carteira

Como ser um investidor de renda?

Como ter um dinheiro caindo mensalmente na sua conta?

Eu recebo esse tipo de pergunta diariamente.

E a verdade é que eu sei a resposta e fiz essa guia para te mostrar, se não tudo, uma boa parte do caminho a ser trilhado.

E por mais incrível que isto soe para você: este não é um objetivo a ser realizado em longo prazo.

Quer dizer que, viver com renda passiva, ou seja, ser um investidor de renda, com capital crescendo mês após mês, é algo que você pode começar imediatamente.

E é claro, com o passar do tempo, isso vai se tornar mais fácil e mais lucrativo para você. Mas a minha meta aqui no final desses dois vídeos vai ser ver você tendo renda na prática.

Pois quero que isso passe adiante.

Chega de ver menos de 1% dos brasileiros vivendo com renda passiva.

É muito fácil para ser pouco explorado desse jeito.

Mas a verdade é que poucos investidores têm acesso ao que eu vou te ensinar.

Então vamos começar agora a sua reviravolta definitiva como investidor.

E como eu já disse, se você quiser, vai poder investir por conta própria daqui pra frente.

E para começar, teremos 5 lições valiosas e super simples que eu vou dividir com você. 

E no final dessas lições, você já vai estar pronto para começar a gerar renda na prática.

Aqui, agora, começam as lições importantes para quem quer utilizar o dinheiro para gerar mais dinheiro.

Lição #1: Conhecendo o tripé de Renda

São basicamente três instrumentos que norteiam o investidor de renda: os títulos de renda fixa, os fundos imobiliário e ações boas pagadoras de proventos.

Vamos começar pela mais fácil!

Renda Fixa

Grosso modo, o racional é dessa estratégia é: compor uma carteira de títulos de renda fixa que pagam uma adequada taxa de remuneração, previamente conhecida até a sua data de vencimento, e que nos garanta um fluxo regular de distribuição de rendimentos ao longo do tempo.

Ou seja, você sabe que vai ganhar, quanto vai ganhar e em quanto tempo vai ganhar.

E sem nenhum tipo de preconceitos. Na minha seleção entram tanto os títulos públicos, do famosos Tesouro Direto, com os quais você já deve estar um pouco mais familiarizado, e também títulos privado, como as debêntures, CRIs, CRAs e eventualmente também CDBs, LCIs e LCAs.

Mais adiante vou te explicar exatamente os pontos de atenção que eu levanto antes de selecionar esses ativos, mas por ora, entenda apenas que o objetivo aqui é alocar o seu capital, em títulos seguros, com garantia de boa remuneração e frequência de distribuição.

Fundo imobiliário

Se você ainda não se familiarizou com os famosos “FII’s”, então me deixe explicar.

Os fundos imobiliários nada mais são do que uma classe de fundos, constituídos na forma de condomínio, que recebem o meu e o seu capital para investir em imóveis.

E aqui eu tô falando de shoppings, escritórios comerciais, galpões logísticos, entre outros - ou ainda, podem usar o patrimônio deste conjunto de cotistas para aplicar em títulos de renda fixa emitidos dentro do segmento imobiliário, como em LCIs e CRIs, por exemplo.

Mas aqui preciso deixar claro que ao contrário dos fundos tradicionais, os FIIs são negociados em Bolsa, assim como uma ação.

Logo, uma conclusão que podemos extrair com essa informação é que existem basicamente duas maneiras de lucrar investindo em fundos imobiliários: a primeira, e mais óbvia, é por meio dos rendimentos periódicos que são isentos de Imposto de Renda para nós, investidores pessoa física.

Como a grande maioria dos FII’s distribuem proventos mensalmente, por lei, o administrador do fundo tem que garantir que dentro de um semestre, os cotistas recebam ao menos 95% de todo lucro obtido no período.

Já a segunda, está relacionada à valorização de suas cotas. 

Imagine só, se um dos fundos que você possui em carteira recebe a notícia de que será construído, ao lado de suas salas comerciais, uma estação de metrô. 

Muito provavelmente aquele seu imóvel passará a valer mais, fazendo com que o valor de suas cotas listadas em Bolsa também se valorize, consequentemente, você poderia às vender no mercado e apurar o tal do “ganho de capital”.

E, por último e não menos importante, nossa estratégia é complementada com Ações pagadoras de proventos. 

Ações (Dividendos e JSCP)

De maneira geral, buscamos empresas que se destaquem em seus segmentos de atuação, que possuam elevadas barreiras à competição e, obviamente, sejam lucrativas, pois só assim veremos ao longo do tempo o crescimento dos proventos distribuídos aos acionistas, seja via dividendos ou Juros sobre o Capital Próprio.

Assim como os FIIs, as ações permitem a você auferir um ganho duplo, via distribuição de resultados ou por meio de sua valorização patrimonial.

Então este é o seu tripé vencedor do investidor de renda, ações com bons dividendos, fundos imobiliários estratégicos e ativos de renda fixa muito bem escolhidos.

Lição #2: Focar em renda diminui o risco, mas não o retorno

Se você já possui experiência com investimentos, provavelmente está se perguntando “por que buscar ativos que pagam rendimentos frequentes é bom?”, tendo em vista que aquele recurso distribuido para de render e poderia ter sido reutilizado, no caso de uma empresa, para investir em novos projetos, além de fazer, do ponto de vista fiscal, com que antecipemos o pagamento de Imposto de Renda.

Bom, a resposta é bem simples: porque além de nos permitir criar uma espécie de 14º, 15º e até um 16º salário, apenas com os rendimentos de nossos investimentos; ativos que pagam rendimentos frequentes nos expõem a um risco menor e não necessariamente, diminui nosso retorno potencial.

Myron J. Gordon, um importante teórico na precificação de ativos financeiros, foi o responsável por vários estudos que comprovam, com base nas finanças comportamentais, que o tal do “mais vale um pássaro na mão” é extremamente relevante no mercado.

Quando assumimos que uma empresa que retém lucro para investir conseguirá alocá-los melhor do que nós mesmos, estamos nos expondo a um risco claro. Estamos abrindo mão do lucro certo de hoje por um potencial lucro maior de amanhã.

Só que o ponto é que ele pode nunca retornar. E o mercado precifica isso, imputando maior volatilidade àquelas que distribuem menos.

Vou te contar uma breve história para ilustrar como estamos seguros com esta estratégia.

Isso aconteceu um pouco menos de um mês antes da greve dos caminhoneiros, e eu utilizei essa estratégia de geração de renda extra que estou te apresentando aqui.

Na época, não poderíamos imaginar o que estava por vir, nem mesmo a proporção que aquele evento poderia alcançar, sobretudo porque vivíamos à sombra de uma enorme indefinição eleitoral.

Nem eu e nem você fazíamos ideia de quem iria assumir o cargo presidencial no final de 2018.

Quando as filas nos postos de combustível começaram a se acumular e os impactos indiretos daquela paralisação começaram a ser calculados.

O Ibovespa –  principal índice acionário do Brasil – não demorou algumas semanas para desabar quase 20%.

Uma verdadeira destruição de valor para aqueles que foram pegos de surpresa. 

E foi justamente sob este cenário, extremamente desfavorável, que colocamos essa estratégia à prova.

Foram mais de 22% de retorno, correndo um risco 4 vezes menor do que o de Bolsa.

E quando falo de risco, é preciso deixar claro que estou falando de volatilidade mesmo. Daquele sobre e desce na sua conta no banco ou corretora.

Para que tenha uma ideia, enquanto a volatilidade do Ibovespa ficou próxima de 22%, nos últimos 12 meses, esta estratégia que você vai aprender apresentou uma volatilidade de apenas 5,5%.

Ou seja, 4 vezes mais segurança para o seu capital.

Mas não se engane, Bolsa também faz parte da minha estratégia.

A grande diferença aqui é como você se expõe a ela. 

Então aqui fica a prova de que você está bem protegido seguindo a minha estratégia. 

E depois desse vídeo de hoje, eu vou mandar para você o material complementar em PDF. 

Lição #3: Distribua seu capital de forma inteligente entre esses 3 ativos

Agora que já ultrapassamos uma primeira barreira e você já sabe quais são os ativos que compõem nossa estratégia e o por quê essa composição pode nos oferecer uma excelente relação de risco/retorno, vamos então falar como acomodar cada um dos diferentes ativos no seu portfólio.

Não importa quanto você tem de dinheiro, e sim como você distribui ele dentro dos ativos.

E já te aviso que não é tão simples quanto aplicar um terço do seu patrimônio em cada uma das categorias. Saber qual categoria pode se beneficiar do cenário político-econômico que vivemos é essencial. 

E não, você não precisa ser um especialista em economia para fazer essa leitura. Para fazer essa calibragem, basta que você entenda em que momento do ciclo econômico nós estamos.

Vou te mostrar como pode ser simples chegar a uma resposta, só me ajude a responder a 5 simples perguntas:

  • O PIB do país está crescendo?

  • Você tem percebido o preço das coisas aumentando?

  • Tem ouvido falar por aí que as taxas de juros do país podem cair?

  • Há muita gente desempregada no país?

  • Está mais caro viajar para o exterior?

Apenas respondendo a estas simples perguntas já é possível começar a refletir sobre o que pode acontecer adiante.

Se você anotar as respostas no seu gabarito, provavelmente vai perceber que respondeu não para as duas primeiras, e sim para as demais. 

  • O PIB do país está crescendo? NÃO!

  • Você tem percebido o preço das coisas aumentando? NÃO!

  • Tem ouvido falar que as taxas de juros do país podem cair? SIM!

  • Há muita gente desempregada no país? SIM!

  • Está mais caro viajar para o exterior? SIM!

Isso acontece porque a economia é só um reflexo do que observamos todos os dias, andando na rua e falando com outras pessoas. 

Não, o Brasil ainda não está crescendo e não, não temos visto os preços subirem na nossa economia, especialmente porque a demanda ainda está bem fraca.

Há muita gente desempregada e nem mesmo o câmbio mais depreciado tem sido capaz de estimular a produção interna, por isso os juros têm caído há algum tempo e o Paulo Guedes tem sinalizado alguns estímulos, tal como a liberação de saques do FGTS. 

A ideia é começar a aumentar os estímulos à recuperação econômica para que voltemos a crescer, agora que a reforma da Previdência parece mais bem encaminhada.

Viu só. Não é lá tão complicado. Respondendo apenas 5 perguntinhas conseguimos extrair muitos insights.

Obviamente, ao longo do tempo você vai perceber que o seu raciocínio começará a ficar mais sofisticado, e eu vou te acompanhar para garantir que continue caminhando nesse processo.

Revisão

Você conheceu o tripé da Renda que contém ações, FIIs e renda fixa.

Viu que dá sim para diminuir o risco sem diminuir o retorno.

E aprendeu como é fácil distribuir o seu dinheiro da forma certa entre esses ativos de renda.

Na próxima parte do treinamento, eu vou te mostrar, em outras duas lições, como eu escolho as ações, os FIIs e os títulos de renda fixa, e como você pode identificar o melhor momento para resgatar os seus investimentos.

E por fim, vou mostrar para você o porquê o Investidor de Renda atravessa uma das mais promissoras janelas de oportunidade em décadas.

Outra dica importante: já vai separando dinheiro pois você vai ter acesso à bons ativos já no final do 2º treinamento. Para que possa começar a montar sua seleção de ativos que geram renda mensal.

Você pode começar com quanto quiser e vamos investir na prática para gerar renda no melhor momento da nossa economia.

Agora, nós vamos colocar tudo isso em prática.
 
E mesmo que você ainda não esteja se sentindo pronto, te garanto que vai ser muito fácil.


Você só precisa prestar muita atenção nas lições que vamos passar aqui e eu vou te transformar em um investidor que vive de renda.
 
Como prometido, hoje seguimos com as duas últimas lições…
 
Elas vão ser rápidas, porém muito importantes, para você ter condições de gerar renda adicional e de forma passiva com seus investimentos. 
 
E quero te alertar também sobre o momento espetacular que o Investidor de Renda tem adiante.
 
Talvez seja o melhor da história!
 
Então posso assegurar que você está no lugar certo e no momento ideal.
 
Espero que você já tenha separado um capital que deseja investir, pois vamos começar a colocar tudo em prática.
 
Então já se prepara aí.
 
Que vamos entrar agora na lição número 4.

Lição #4: Colocando a mão na massa

Identificar o ciclo que vivemos é importante para definir quanto alocar em cada uma das categorias de investimentos. 

Chegamos à conclusão que a nossa economia não está crescendo, mas que já começa a receber estímulos.

Pois bem, se mantivermos esse cenário macro que estamos projetando em mente e pensarmos nas nossas três classes de ativos, qual delas você acredita que mais tem a se beneficiar com esse cenário de recuperação econômica, com inflação e juros baixos por um período prolongado?
 
Talvez você tenha ficado em dúvida entre FIIs e Ações, mas provavelmente já deve ter imaginado que a primeira categoria a sofrer são os títulos de Renda Fixa, que passam a remunerar cada vez menos o investidor. 

Em outras palavras, quando os juros estão baixos, o retorno desse tipo de investimento, ele fica menor.
 
Sabe aquela mamata de 1% ao mês sem fazer nada?! 
 
Pois é, ela acabou mesmo.
 
A partir de agora, se você quiser continuar a ter um retorno expressivo, não tem outro jeito, vai ter de adicionar um pouco de risco a sua carteira.
 
Não estou dizendo para abandonar os títulos de renda fixa, não é isso. Estou sugerindo apenas que busque uma alocação menor no seu portfólio, mas que também te faça dormir tranquilo. 
 
Uma alocação de 30% talvez seja o suficiente para um perfil que considero moderado.
 
Agora, se você olha para um horizonte temporal mais curto ou está começando agora a investir e quer ir aos poucos, minha sugestão é que aumente esse percentual até a sua zona de conforto, mas sabendo que o seu retorno potencial também diminui, na mesma proporção.
 
Beleza, mas qual tipo de ativo deve andar mais nesse cenário, os FIIs ou as ações de companhias boas pagadoras de dividendos?
 
Bom, na minha percepção, ambos devem performar muito bem nos próximos anos, no entanto, dado que nós temos uma perfil mais voltado à complementaridade de renda, a sugestão que tenho feito aos meus seguidores é que aloquem um percentual maior de seu portfólio em FIIs.
 
Algo entre 40% e 45% do total investido. 
 
Isso mesmo, o momento é dos fundos imobiliários.
 
E isso vai fazer com que você extraia um fluxo de renda mais regular do que com as companhias listadas em Bolsa e ainda lhe permitirá surfar a reprecificação dos ativos e aumento do preço dos aluguéis, que mesmo em um cenário de economia de lado, já têm demonstrado sinais claros de recuperação.
 
Além disso, uma posição maior em FIIs nos ajudará a reduzir a volatilidade de nossa carteira. 
 
Mais uma vez, quanto mais clara a estimativa de geração de fluxo de caixa de um ativo, menor deve a ser a sua volatilidade.
 
Certo, agora que você já sabe quanto eu sugiro alocar em cada categoria, o último passo que você precisa saber antes de colocar a mão na massa é definir os critérios para escolher cada um dos ativos dentro de cada categoria.
 
Vamos por ordem de risco:

Renda Fixa

Como os títulos do Tesouro Direto são tidos como risco zero, vamos utilizar esses ativos como parâmetro.
 
Veja bem: se um título público está pagando algo em torno de 6% ao ano. Qualquer outro título que não seja emitido pelo Governo deve proporcionar um retorno acima disso. Caso contrário, você só está correndo mais risco do que deveria.
 
Quando falamos de títulos privados, conhecer o risco de crédito do emissor é imprescindível.
 
Pois assim podemos garantir que aquele emissor terá condições de arcar com aquele passivo. 
 
Para isso, costumo olhar o indicador de Dívida Líquida/Ebitda, para mensurar o nível de alavancagem da empresa versus sua capacidade de geração de caixa.
 
Mas não é só isso.
 
Além deste ponto, é preciso avaliar o custo dessa dívida, a sua distribuição - se tem um perfil mais de curto ou longo prazo -, as garantias que são atreladas a essa emissão, e como eu já citei, se aquele título nos paga mais frente a um título público.

Fundos Imobiliários (FIIs)

Como discutimos lá no primeiro vídeo, existem diferentes tipos de FIIs, portanto, a análise de cada um deles difere bastante.

Em fundos de papel, aqueles que basicamente investem em títulos de RF, a análise vai ser parecida com o que discutimos anteriormente.
 
Já quando falamos de FIIs de Tijolo, ou seja, que investem diretamente em empreendimentos imobiliários, além da análise quantitativa -  que envolve a mensuração da taxa de ocupação dos imóveis, da evolução dos fluxo de aluguéis por m², inadimplência e o desconto em relação ao seu valor patrimonial - a avaliação qualitativa dos empreendimentos é vital, pois é isso que vai nos ajudar a compreender o potencial de geração adicional de renda e valorização patrimonial desses fundos.
 
Para fazer um primeiro filtro, talvez seja interessante você olhar primeiro para aqueles com maior dividend yield e maior desconto sobre o seu valor patrimonial. Para, aí sim, com um escopo menor de FIIs, conseguir partir para uma avaliação mais criteriosa. Mas fique tranquilo, pois eu vou te guiar em todo o caminho.

Ações

Por fim, para avaliar quais ações colocar na sua carteira de renda, o ideal é fazer um primeiro filtro quantitativo, isto é, fazendo uma seleção das companhias que mais distribuíram proventos nos últimos 12 meses, que possuam um baixo índice de endividamento e que, nos últimos anos, tenham apresentado crescimento e robustez de geração de caixa e rentabilidade.
 
Novamente, vale lembrar que o cenário macro projetado é muito importante na hora de selecionar os setores em que vamos colocar o nosso dinheiro.
 
E, como exemplo, eu vou deixar uma dica especial aqui: tenho olhado com bons olhos o setor de construção civil, shoppings centers, energia elétrica e logística, por considerar que sua alavancagem em crescimento econômico, com inflação e juros baixo, criará duas avenidas de crescimento muito nítidas: via aumento de receitas e diminuição de despesas.

Lição #5: Quando colocar o lucro no bolso?

Digamos que você tenha feito toda a lição de casa: selecionou os ativos para compor cada categoria, distribuiu adequadamente o percentual em cada nicho e, após algum tempo, já esteja visualizando um bom retorno acumulado. 
 
Quando saber a hora de dizer “chega”? Como avaliar se o potencial dos ativos investidos chegou ao ponto máximo de valorização?
 
A melhor explicação que posso te dar é: quando você notar alterações nos argumentos que fizeram você investir naquele ativo lá no começo, sejam eles para baixo ou para cima. Aí é hora de sair.
 
Em outras palavras: manter-se fiel ao seus argumentos ou sua estratégia original vai te dar mais consistência para ganhar mais e perder menos.
 
O que eu costumo fazer junto aos meus seguidores é apontar na sugestão de um ativo todos os pontos que me fizeram tomar aquela decisão. E os riscos envolvidos nessa tese.
 
Isso permite criar o equivalente a uma lista, como a que costumamos preparar antes de ir ao mercado. Com o passar do tempo, vá riscando aquilo que tem se materializado. Talvez ao riscar o último ponto você já saiba exatamente o que você precisa fazer. 
 
E lembre-se, fique sempre ligado nos ciclos econômicos. De vez em quando, tente responder aquelas 5 perguntinhas que fizemos no último vídeo.

 
Agora, uma lição extra especial para você

Estamos vivendo uma rara janela de oportunidade.
 
Se você chegou até aqui, acredito verdadeiramente que já seja capaz de começar a aplicar minha estratégia vencedora, que tem melhorado a vida de meus mais de 9 mil seguidores.
 
Com essas 5 lições, você está preparado a dar um passo adiante na sua vida financeira... mas o que eu ainda não te falei é que o investidor de renda inicia neste momento uma das maiores janelas de potencial multiplicação de capital, em décadas.
 
Isso mesmo, em décadas.
 
Ainda que você escute quase todos os dias algum amigo ou mesmo o William Bonner dizendo que a Bolsa tem batido novos recordes, podemos dizer, com segurança, que em termos de crescimento de lucro, a Bolsa brasileira ainda está barata.
 
Ou seja, o mercado ainda não está pagando nenhum prêmio pelo crescimento econômico que virá nos próximos anos.
 
Outro ponto importante é que a trilionária indústria de fundos ainda possui uma modesta alocação em ativos de risco, muito aquém do que já foi no último grande ciclo da Bolsa brasileira, lá em 2007, 2008.
 
Por fim, precisamos considerar que ainda temos um alto fluxo de dinheiro estrangeiro para entrar no nosso mercado.
 
E isso certamente vai fazer com que os investimentos de agora disparem nos próximos meses e anos, trazendo retornos substanciais para quem focar nessa estratégia que eu abri aqui para você.
 
Parece uma proposta um tanto quanto fantasiosa a que vou te fazer agora, mas ela é puramente alcançável. E, já que você está aqui agora, com essa chance na sua mão...
 
Vou começar imediatamente com você. E preciso que você confie em mim…
 
Pois quero te guiar dentro dessa janela de oportunidades e utilizando os ativos certos.
 
É meu trabalho de perito em geração de renda pegar na sua mão, assim como faço com os mais de 9 mil investidores de renda que me seguem há mais de um ano e vêm batendo o mercado com um risco 4 vezes menor.
 
E, se vamos fazer isso juntos, com a minha estratégia e os ativos que geram renda para o seu patrimônio...
 
Eu já me adiantei nesses dias e preparei uma seleção inteira com os ativos certos para você.
 
Isso mesmo. 
 
Quer dizer que já avaliei centenas de ativos de renda fixa para você ter somente os mais lucrativos.
 
Já selecionei os melhores fundos imobiliários. 
 
E separei as melhores ações pagadoras de bons dividendos e juros.
 
Em outras palavras: embora você já tenha totais condições de investir por conta própria, talvez você precise um pouco ganhar mais confiança e começar a lucrar na prática...
 
Vendo o seu dinheiro aumentando na sua conta, antes de ir para a “selva do mercado”.
 
Então para facilitar, separei aqui os ativos para você poder começar começar a ganhar dinheiro hoje.

São 5 ações, 4 fundos imobiliários e 4 ativos de renda fixa

Esses ativos sozinhos já vão poder te dar uma boa estrutura de rendimentos.
 
É só você considerar que terá uma renda passiva, a mais, pingando para você.
 
Boa parte isenta de impostos, ou seja, lucro real na sua mão...
 
E ainda ter a minha ajuda ao seu lado vendo a hora certa de se realocar perante a este mercado positivo…
 
Estamos falando de você mudar de patamar financeiro em poucos anos...
 
Começando com quanto quiser e poder ir aumentando seu capital como preferir.
 
E não se preocupe agora, com o tempo que você vai levar para realizar os seus objetivos.

O verdadeiro investidor de renda ganha dinheiro com frequência, e esse é o caminho que vai levar você rumo aos seus grandes objetivos. 
 
E convenhamos, se preocupar com o tempo é desnecessário, pois o tempo vai passar de qualquer forma. O importante é começar o quanto antes.
 
Do que você não pode abrir mão, para ser um vencedor no mercado, é de boas oportunidades como esta que estou te oferecendo aqui.
 
Você já tem acesso à uma estratégia praticamente a prova de crises e que bate o mercado gerando renda passiva.
 
Já sabe avaliar ativos e setores.
 
E comigo ao seu lado agora neste começo… é certo que você vai entrar no mercado podendo ter muito mais lucros e conhecimento do que você tinha há alguns dias, antes desta Masterclass.

Então a minha proposta para finalizar este treinamento é que você garanta o seu acesso aos meus ativos que geram renda imediatamente.

E você tem a minha palavra: eu vou trabalhar para você ganhar até três vezes mais do que um título de renda fixa convencional, sem te expor a riscos desnecessários e gerando uma renda mensal na sua conta.
 
Esse será o meu compromisso com você: a cada 15 dias, eu mesmo vou te dizer, baseado nessa estratégia, em quais os ativos que você pode entrar e sair a cada momento para gerar renda.
 
Esta oferta é válida somente nesta Masterclass e está sujeita a reavaliação de preço nos próximos dias...
 
Pois eu não posso me comprometer a baixar tanto assim o preço por um longo período de tempo.

Estou falando de apenas 12 vezes de R$ 7,90 para você ter o meu total acompanhamento com os ativos que geram renda por um ano inteiro.

R$ 7,90. Nada mais do que isso.
 
Um preço praticamente simbólico está neste botão aqui abaixo e sem mais nenhum compromisso adicional. 
 
Apenas o de se tornar um verdadeiro investidor de renda, na prática.
 
Ao clicar no botão abaixo você vai ser direcionado à uma página para executar seu cadastro e ter acesso aos meus ativos pessoais.

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Assim que você souber quais são os ativos, minha equipe já estará pronta para te ajudar no e-mail especial de assinante que você vai receber.
 
Essa é uma estratégia comprovada de renda extra com ativos muito bem selecionados que batem o mercado e superam e muito o CDI.
 
É só isso que você precisa neste momento para ser um investidor muito bem-sucedido com renda mensal na conta.

E caso você não se adapte a estratégia, você pode pedir para cancelar a sua cobrança quando quiser e vamos interromper seu acesso não cobrando nem mais um centavo de você.
 
Aqui é lucrar ou lucrar... Nada a perder.
 
E vamos aproveitar juntos essa janela de geração de renda na série Income Builder, uma das assinaturas de geração de renda mais acessadas do Brasil.
 
Então clique no botão e faça agora a sua inscrição no meu programa de geração de renda.

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Te espero do lado de cá!

Um forte abraço,

Felipe Paletta

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