O Guia do Ouro: Transformando Dinheiro em Ouro

Aprenda a investir no metal mais precioso do mundo, utilizado como um instrumento de segurança em momentos de instabilidade nos mercados.

Olá leitor(a) Inversa,

Neste guia, vou te explicar como investir no metal mais precioso do mundo, utilizado como um instrumento de segurança em momentos de instabilidade nos mercados, quando existe maior nervosismo.

Assim como a dieta deve ser balanceada e ter todos os nutrientes para o bom funcionamento do organismo, você precisa ter em seus investimentos ativos e proteções para todos os tipos de cenários, através de um portfólio diversificado tanto para dias de sol quanto para nublados.

No momento atual em que vivemos, o investimento em ouro se faz necessário, pois o dinheiro como conhecemos vem perdendo valor ao longo do tempo, principalmente diante da emissão de moeda maciça pelos bancos centrais ao redor do mundo.

Sem mais delongas, vamos direto ao ponto de como investir em ouro!

Guia prático de como investir em ouro

Existem quatro maneiras distintas de investir em ouro: forma física, contratos na B3, ETFs e fundos de investimento.

A primeira é a aquisição de ouro físico. Não indicamos esta opção por questões de segurança e pelas altas taxas de custódia de manter o ativo na instituição financeira. Além disso, ocorre um certo tipo de arbitragem: desvalorização na hora da venda e apreciação na compra em relação às cotações de mercado.

A segunda forma é através da compra direta de contratos de ouro na B3, podendo ser de três tipos. Antes de tudo, você deve possuir uma conta em uma corretora, como explicado neste guia especial de “como operar no home broker”.

Os três tipos de contratos existentes são os seguintes:

  • Lote-padrão de 250 gramas (OZ1D)
  • Lote fracionário de 10 gramas (OZ2D)
  • Lote fracionário de 0,225 gramas (OZ3D)

Também não sugerimos de forma primária esta opção por três motivos principais: a ausência de liquidez, altas taxas de custódia do metal precioso e arbitragem na compra e na venda do ativo (ou seja, você paga um valor superior do que o preço de mercado na hora de investir e recebe menos do que o valor de mercado na hora de se desfazer deste investimento).

A terceira opção é através do investimento via ETF em uma corretora internacional. A alocação em ETF é benéfica por dois motivos principais: forte diluição de arbitragem no investimento e acompanhamento de perto da cotação da commodity.

Um ETF é um fundo que segue um índice de ativos financeiros, podendo ser ações, renda fixa ou commodities. Aqui no Brasil, o mais negociado e de maior liquidez é o BOVA11, que segue a trajetória do Ibovespa, principal índice acionário do mercado nacional.

A quarta maneira de se investir em ouro é através de fundos multimercados que acompanham a cotação do metal precioso. Existem em diversas plataformas das mais inúmeras corretoras. Para encontrá-los, basta digitar a palavra “ouro” na ferramenta de busca da plataforma.

 

Espero que tenha gostado!

Um grande abraço,

Felipe Paletta.

Contribuiu para esta edição: Nícolas Merola

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