Como começar a ganhar dinheiro com criptomoedas

Entenda o que são criptomoedas e como você pode investir neste mercado que vem revolucionando a economia mundial.

Olá, leitor(a).

Se você chegou até esta publicação, provavelmente já ouviu falar (ou tem interesse em conhecer) o mercado de criptomoedas e os retornos que ele pode proporcionar.

Se você já investe no mercado tradicional, sabe que uma valorização acima de 450% em um único ativo é extremamente rara. Além disso, pode demorar muitos anos para isso acontecer.

No entanto, estes são retornos reais que uma criptomoeda pode proporcionar para você. 

Apesar de o Bitcoin ser um dos criptoativos mais conhecidos, existem mais de 8.000 criptomoedas no mercado, que movimentam bilhões no mundo inteiro.

O conceito de criptomoeda, inclusive, é anterior ao Bitcoin, sendo utilizado pelo engenheiro de computação Wei Dai para descrever um novo dinheiro controlado por criptografia já em 1998.

Mas, para começar a lucrar com criptomoedas, é necessário conhecer alguns conceitos básicos, por isso, preparei um guia completo para você dar os primeiros passos e começar a negociar esses ativos.

Vamos lá?

 

O que são criptomoedas?

De maneira geral, as criptomoedas são como o dinheiro que utilizamos no nosso dia a dia, mas de forma totalmente digital.

A grande diferença desses ativos para o real ou o dólar é o fato de que eles não são emitidos por nenhum governo.

A ideia é que você possa utilizar as moedas virtuais como o Bitcoin, por exemplo, para fazer transações no mundo real de maneira descomplicada, de pessoa para pessoa (peer to peer), sem a intermediação de terceiros. 

 

Quem controla ou emite as Criptomoedas?

Como comentei acima, as Criptomoedas não dependem de regulamentação ou manipulação governamental.

Com a sua tecnologia descentralizada, esses ativos são monitorados por meio de protocolos de internet P2P (peer to peer), ou seja, são trocadas de uma pessoa para outra sem intermediação, diferentemente de como acontece no mercado tradicional, em que o banco atua como intermediador.

Mas quem atesta o valor desses ativos?

Assim como as cédulas ou moedas tem um número serial que comprova que elas são únicas, as Criptomoedas possuem um código complexo e protegido por criptografia para as transações.

Como não há uma autoridade central, as Criptomoedas são registadas e validadas por um grupo de pessoas chamadas de “mineradores”, que as gravam na Blockchain, um banco de dados público que registra a transação desses ativos.

 

Como acontece a mineração das Criptomoedas?

Como falei anteriormente, o processamento das transações feitas com criptomoedas, bem como sua validação, é chamado de mineração. É através dela que as transações são processadas em segurança.

Para entender melhor esse processo, imagine uma mina de ouro. Para retirar o metal de uma mina, são necessários trabalhadores e ferramentas, certo?

Com as Criptomoedas, a diferença está na maneira que a mineração é feita. Aqui, os trabalhadores são aqueles que conseguem resolver problemas matemáticos complexos através de placas de processamento potentes que validam essas transações.

Isso feito, o minerador ganha uma recompensa em moedas digitais.

A maioria das Criptomoedas prevê um intervalo médio de criação de cada bloco de transações, ou seja, de cada conjunto de transações dentro da Blockchain, e uma remuneração pré-determinada em moedas digitais para o minerador. Normalmente, isso acontece a cada quatro anos.

Com o tempo, o processo de mineração tende a crescer, sendo necessária mais capacidade computacional para que um minerador tenha bons ganhos com a atividade, e os problemas matemáticos se tornam mais difíceis, justamente para limitar o processo de mineração.

 

E como funciona a variação de preço?

Assim como a escassez do ouro dá valor ao metal, o preço de todos os criptoativos, que incluem as Criptomoedas, também varia de acordo com a lei da oferta e demanda.

A demanda e escassez faz com que o seu valor flutue e, por ser um mercado ainda pequeno, as cotações podem ser bastante voláteis à pequenas movimentações, representando um investimento de alto risco.

Por isso, o ideal é que você entenda primeiro o seu perfil de investidor antes de começar.

Desta forma, aqui na Inversa sugerimos que você não aplique mais que 5% de seu capital neste tipo de investimento, tá legal?

 

Como começar a investir?

Como no mundo dos investimentos tradicionais, a primeira coisa a se fazer para investir em criptomoedas é abrir uma conta em uma corretora (chamada de Exchange no mundo cripto, que nada mais é do que corretora em inglês). 

Vale lembrar que as exchanges de moedas digitais, assim como as criptomoedas, não são reguladas por nenhum órgão governamental

Por isso, neste guia, vou considerar apenas as corretoras com o maior volume diário de negociação para utilizar como exemplo.  

Para começar, reforço que é um mercado volátil, então, separe no máximo 5% do seu capital para esse tipo de aplicação.

O ideal é que você comece aplicando o valor mínimo exigido pelas corretoras para entender o processo de compra e armazenamento dos ativos.

Uma das corretoras com maior volume de negociação no Brasil é a FoxBit.

Como em todas as corretoras tradicionais, também existem taxas para comprar e vender criptomoedas. E aqui deixo uma dica: você pode comparar os valores cobrados pelas exchanges no site Biscoint.  

Para te ajudar, me cadastrei na corretora e vou contar brevemente a minha experiência:

Após o preenchimento de dados no site da FoxBit, recebi um e-mail com um código de verificação. Logo após seguir os passos indicados, minha conta já estava ativa, 

Por motivos de segurança, a exchange pede para que você realize uma verificação em duas etapas ao fazer o login no site. Isso feito, já pode navegar pela plataforma no seu perfil. 

 

Dando os primeiros passos

Após realizar o processo de abertura de conta, que você pode encontrar em um guia em vídeo clicando aqui, está na hora de começar a comprar as suas primeiras criptomoedas.

Sugiro que comece com o Bitcoin, já que pode ser utilizado como moeda de troca para a compra de outras criptomoedas, as chamadas Altcoins, ou seja, moedas alternativas ao Bitcoin.

Agora, é só transferir o dinheiro para a conta da corretora e começar seus investimentos.

Após esse processo, recomendo que armazene as suas Criptomodas em uma carteira digital (wallet). Cada criptomoedas tem uma wallet compatível com seu protocolo.

Atenção: não sugiro que deixe o seu dinheiro parado em uma exchange. O ideal é que seja o responsável pela custodia das suas moedas digitais, pois até as corretoras mais seguras estão sujeitas às ações de hackers.

Espero que tenha gostado deste guia. Ele é apenas uma porta de entrada no mundo das criptomoedas, que é muito vasto e repleto de oportunidades.

Não deixe de conferir os outros conteúdos do Guia do Investidor! Preparamos um vasto material para ajudar você a investir melhor e com segurança!

Por hoje é só!

Um abraço,

Helga Bannwart

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