Criptosphere #18 - A história se repete

Helena Margarido Publicado em 17/11/2020
4 min
Na newsletter de hoje, conto sobre como minha experiência no mundo cripto me leva a crer que estamos caminhando rumo à novas máximas.

Conteúdo também disponível em vídeo e áudio. Clique abaixo para acessar a plataforma:

Youtube Spotify Apple Google Deezer 

Olá. 

Há exatos 3 anos, eu escrevia aqui na Inversa uma história que vale ser repetida.

Em meados de 2014, tinha inaugurado uma das primeiras corretoras de moedas digitais do país e em um almoço ouvi falar de um tal de Ethereum. Naquela época, era tudo incerto com relação às pessoas, ao projeto e se de fato iam entregar o que estavam prometendo. Logo, minha primeira reação foi um receio imenso.

De toda forma, decidi arriscar um pouco na iniciativa. Nada que fosse me deixar “mais pobre”, é verdade, mas sequer tinha ideia do que ocorreria dali para frente.

A venda dos ETH (token do Ethereum) terminou e os compradores – eu inclusa – ficaram meses à esmo sem informações mais detalhadas do desenvolvimento do projeto. A data inicialmente prevista para distribuição das moedas digitais foi postergada. Ao todo, foram quase 12 meses de incertezas e dúvidas sobre se eu iria pelo menos recuperar o valor que tinha gasto pelos ETH.

Pouco tempo depois, em 2016, um primeiro projeto ajudou a alavancar o preço da criptomoeda. O retorno chegava a quase 40 vezes e, ao atingir cerca de US$ 20, muitos realizaram lucros achando que aquele seria o retorno máximo. Ledo engano: com a adoção e aceitabilidade dessa tecnologia aumentando de maneira escalonada em 2017, o preço do ETH alcançou mais de $1.400 no início de 2018.

Usei esse caso para ilustrar uma recomendação que dei na série Crypto Evolution, aqui da Inversa, em dezembro de 2017.

Negociada por, então, US$ 0,25, sugeri uma outra criptomoeda que, assim como o Ethereum, tinha a capacidade de se transformar em referência no mercado em função dos problemas que propunha resolver.

O curioso é que, da mesma maneira que ocorrido no caso do Ethereum, aguardamos por quase 2 anos o lançamento da solução. Também, curiosamente, com uma pequena amostra de sua adoção, o preço subiu acima dos impressionantes US$ 20 recentemente – momento em que muitos aproveitaram para realizar boa parte do lucro obtido.

No momento atual, esse criptoativo está em fase de correção de seu preço, ao mesmo tempo em que vemos os casos de utilização aumentarem a cada dia. Ou seja: assim como ocorreu com o Ethereum, temos um descasamento grande entre perspectivas de retorno com base nos fundamentos da criptomoeda versus aquilo que a análise gráfica reflete.

Fato é, meus caros, que a única maneira de se antever bons movimentos em qualquer mercado é conhecendo bem os ativos negociados. É assim no mercado financeiro tradicional e é assim, também, no criptomercado.

Outra dica importante é lembrar que a história se repete – e, no caso das moedas digitais, essas repetições de sentimento de mercado e tendências é incrivelmente comum.

Hoje, a série Crypto Evolution conta com mais de 10 criptoativos com grande probabilidade de valorização.

São 10 novas oportunidades de ganhar dinheiro com uma megavalorização como aconteceu o Ethereum.

Eu sou da opinião que dificilmente algum dia teremos outra moeda digital que vá substituir o bitcoin. Contudo, existem outras que, sem dúvida, podem ter valorizações mais expressivas que a maior criptomoeda do mundo daqui pra frente.

E com o BTC próximo a retestar sua máxima histórica, preparem-se: a próxima temporada promete.

Um abraço,

Helena Margarido

A Inversa é uma Casa de Análise regularmente constituída e credenciada perante CVM e APIMEC.

Todos os nossos profissionais cumprem as regras, diretrizes e procedimentos internos estabelecidos pela Comissão de Valores Mobiliários em sua Instrução 598, e pelas Políticas Internas estabelecidas pelos Departamentos Jurídico e de Compliance da Inversa.

A responsabilidade pelas publicações que contenham análises de valores mobiliários é atribuída a Felipe Paletta, profissional certificado e credenciado perante a APIMEC.

Nossas funções são desempenhadas com absoluta independência, não sendo dotadas de quaisquer conflitos de interesse, e sempre comprometidas na busca por informações idôneas e fidedignas visando fomentar o debate e a educação financeira de nossos destinatários.

O conteúdo da Inversa não representa quaisquer ofertas de negociação de valores mobiliários e/ou outros instrumentos financeiros. Os destinatários devem, portanto, desenvolver as suas próprias avaliações.

Todo o material está protegido pela Lei de Direitos Autorais e é de uso exclusivo de seu destinatário, sendo vedada a sua reprodução ou distribuição, seja no todo ou em parte, sem prévia e expressa autorização da Inversa, sob pena de sanções nas esferas cível e criminal.  

Conteúdo protegido contra cópia