Bridge the Cash #11 - Rios de dinheiro

Antonyo Giannini Publicado em 29/10/2020
1 min
Conheça as histórias de Jorge e de Bernardo e saiba mais sobre empresas que têm potencial para dobrar ou tripicar seu capital na Bolsa.

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Olá, leitor(a)!

Fui convidado pelo Leonardo Pontes a vir aqui hoje e contar a você um pouco mais sobre a Batalha de Ganhos Exponenciais, uma disputa inédita entre dois times: um de criptoativos e outro de ações small caps. 

Neste desafio, você poderá escolher uma das equipes e receber gratuitamente, por 21 dias, recomendações de investimentos. 

Você pode ter ao seu lado dois dos maiores especialistas do Brasil: o próprio Leonardo, que é um analista certificado e especialista em small caps e em métodos quantitativos; e Helena Margarido, especialista e referência em criptoativos no Brasil.

Todas as pessoas que tiverem inscritas no time vencedor ganharão um prêmio especial. E você pode saber mais clicando aqui

E, agora, vou dizer a você a minha opinião sobre qual dessas duas classes de ativos pode trazer mais resultados em 3 semanas. 

E, para fazer isso, vou te contar a história de duas pessoas: o Jorge e o Bernardo.
 

O Jorge
 

Em 2010, Jorge começou a perceber que sua empresa, uma construtora e incorporadora, estava com problemas. 

A companhia estava em crescente expansão desde a abertura de capital, uns anos antes, mas a forma como o crescimento aconteceu era o que mais o preocupava.

O cenário econômico, naquela época, era de bastante otimismo para o setor e para o país, e o estímulo ao crédito permitiu que a empresa expandisse suas operações através da contração de algumas dívidas.

Nada de errado nisso.

O crescimento no faturamento da empresa foi grande. O valor já alcançava cerca de 5 vezes a receita anual do ano anterior antes mesmo da abertura de capital. O mercado estava aquecido e os investidores empolgados.

Mas, estando há mais de 20 anos no setor, Jorge conhecia muito bem o negócio.

Mesmo com a empresa entregando lucros, ele percebeu que a operação estava muito grande e a diversificação geográfica que, até pouco tempo antes, era a chave para o sucesso, estava tornando a empresa ineficiente, além de altamente endividada.

Os riscos atrelados ao negócio não estavam compensando a rentabilidade e, como toda (ou quase toda) remuneração dos controladores vinha dos dividendos, os sócios precisavam fazer alguma coisa.

A decisão foi dar um passo atrás, voltar às origens e organizar a casa. 

A reação do mercado não poderia ser outra: a ação despencou em poucos meses. Aos olhos de quem não conhecia o negócio, a empresa estava indo na contramão do crescimento.

Mas não fosse esse o caminho escolhido, a empresa provavelmente não teria sobrevivido à crise que o país vivenciou nos anos seguintes e teria tido o mesmo destino fatal de algumas empresas concorrentes.
 

O Bernardo
 

Cerca de uma década antes, em outro canto da cidade de São Paulo, Bernardo saia de seu emprego como gerente de projetos em um grande banco.

Conhecendo profundamente as necessidades do setor financeiro daquela época, abriu uma empresa com um ex-colega de banco com o objetivo de aproveitar o boom tecnológico.

Pouco tempo depois, os dois quebravam a cabeça para encontrar um bom lugar para uma reunião com um potencial primeiro cliente. 

A proposta comercial com esse cliente em potencial tinha sido aceita, mas como ele era de uma grande empresa, o diretor queria conhecê-los em sua sede.

Acontece que a sede da empresa era metade de um sobrado dividido com o irmão de seu sócio.

Se eles soubessem que, no dia da reunião, o diretor iria cancelar o encontro e fechar o contrato mesmo assim, poderíamos dizer que o início da empresa teria sido mais tranquilo.

Depois de um certo período prestando serviços a grandes instituições, os sócios enxergaram a oportunidade de crescer, mudando seu modelo de negócio. 

Para colocar o plano em prática, foram em busca de recursos e, após algumas respostas negativas, receberam um aporte de um banco de desenvolvimento, o que viabilizou a implementação do novo plano de negócio.

Ano após ano, Bernardo, que assim como Jorge conhecia muito bem o setor em que atuava, foi adquirindo novas empresas e recebendo mais aportes. Até que em 2012 ele e seus sócios decidiram abrir capital. 

Desde então sua receita passou de 46 milhões de reais, em 2012, para 175 milhões de reais em 2019. Um crescimento de 280%. 

Imagine se os seus acionistas não estão felizes...
 

Transformações que valem rios de dinheiro
 

Se você ficou curioso(a) para descobrir quem são os verdadeiros personagens de que estou falando, o Bernardo é CEO e co-fundador da Sinqia, empresa provedora de sistemas para instituições do mercado financeiro. 

Já o Jorge é CEO da construtora Trisul, case de sucesso por conta da transformação que passou ao longo da última década.

Você deve estar se perguntando qual é a relação entre elas. Afinal, são empresas de setores distintos, com operações totalmente diferentes.

De fato, elas não têm semelhança alguma quando falamos sobre o operacional.

Porém, ambas são empresas small caps listadas na Bolsa de Valores, passaram por uma transformação em seu modelo de negócio e, até hoje, são geridas por seus sócios-fundadores. 

Arrisco dizer que esse é um dos principais segredos para o sucesso de uma empresa: um dono que conhece profundamente o negócio e a cultura da companhia, além do fato de, claro, colocar a “pele em risco”. 

Empresas como Trisul e Sinqia são pequenas perto de outras empresas listadas em Bolsa e, por conta disso, não chamam muito a atenção dos investidores. 

Acontece que o potencial de uma empresa pequena dobrar ou triplicar seu valor é maior que o de uma empresa blue chip, já consolidada e com grande valor de mercado. 

Além disso, o fato de estarem fora do radar tembém é uma das vantagens dessas pequenas empresas, uma vez que suas ações costumam passar por longos períodos mal precificadas.

O desafio é encontrar essas oportunidades. É necessário dedicar muito tempo e energia com pesquisas e análises para conhecer fundamentalmente o negócio e as pessoas envolvidas na gestão da empresa.

Se você já é assinante da série Small Premium Caps, sabe que o Leonardo Pontes sabe fazer isso como poucos no mercado e pôde aproveitar a alta de quase 200% nas ações da própria Trisul, que foi inserida na carteira em 2018, em meio à reestruturação da empresa. 

Por isso, não tenho dúvidas. Na batalha entre o Time Small e o Time Cripto, eu estou ao lado do Leonardo no #Teamsmall.

E você? Já escolheu seu lado? 

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Um abraço,

Antonyo Giannini

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